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“Modelos de cooperação no domínio das capacidades de defesa: desafios e oportunidades”

Como estava previsto, realizou-se no dia 29 de Março, no IDN, o Seminário “Modelos de cooperação no domínio das capacidades de defesa: desafios e oportunidades”.

A organização do Seminário ficou a dever-se a uma frutuosa parceria estabelecida entre o Ministério da Defesa Nacional, através da DGPDN e da DGAIED, o IDN, a AIP-CCI, a Empordef, a AFCEA Portugal e o EuroDefense-Portugal, com o patrocínio das empresas THALES Portugal e FISIPE.

Na sequência de um Seminário já realizado em 23 de Novembro de 2011, tratou-se de um evento oportuno em que, antecipando a Cimeira da NATO de Maio próximo, foi debatida a posição de Portugal face à relevância económica e política dos conceitos de “pooling & sharing” “smart defence”no desenvolvimento e reforço das capacidades de defesa, num ambiente de austeridade e contenção orçamental, tendo nele participado a tríade Governo, Forças Armadas e Indústria.

Com uma assembleia de mais de cem participantes, incluindo os auditores dos cursos de defesa nacional que decorrem em Lisboa e Porto, tendo por base as interessantes e informativas comunicações apresentadas por oradores nacionais e estrangeiros e o profícuo debate que se seguiu, concluiu-se:

  • Nas diversas áreas de “pooling & sharing” “smart defence” há uma vontade política de complementaridade e coordenação EU-NATO e existem oportunidades para a indústria nacional, muito particularmente para as PME dedicadas ao sector da defesa.
  • Acima de tudo é necessário inteligência económica e estratégica para fazer das iniciativas de “pooling & sharing” “smart defence” um instrumento de modernização de tecido tecnológico e industrial português, sobretudo tendo em consideração o carácter dual das tecnologias envolvidas.
  • Com base nas experiências bem-sucedidas de algumas iniciativas cooperativas bilaterais e regionais, a lógica da participação nacional nos projectos de “pooling & sharing” “smart defence”deverá ter sempre um carácter regional, relevando neste contexto a parceria natural com o nosso vizinho, tendo em consideração o interesse nacional e visando sempre o indispensável reforço da base tecnológica e industrial nacional.

Para mais informação sobre o Seminário pode ler as Conclusões na íntegra.

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